A fundamental arte de escrever

Muita gente não se dá ao trabalho de escrever mais nada nos dias de hoje, ou melhor, escrever de próprio punho.

Escreve-se muito em redes sociais, colocam-se muitas opiniões e fazem questão de deixar claro sua aprovação ou reprovação. Sob as vestes da "liberdade de opinião", o ódio se esparrama por todos os lados.

Mas escrita mesmo, dessas em que pegamos a caneta e um caderno, estão sendo dizimadas. Até os escritores já prescindem desses objetos, pois exige-se um livro já digitado. Seriam dois trabalhos.

Lista de compras? No celular. Anotações? No celular.

Hoje em dia não conheço a letra nem dos amigos mais próximos. Não temos mais caligrafia. Perdemos o rumo em algum lugar por aí.

Resgatei este ano o hábito de escrever (à mão), registro meus pensamentos, sonhos, decepções e alegrias.

Recomendo essa prática a todos! A partir do momento em que escrevemos tudo o que sentimos no papel, podemos começar o dia de uma forma mais animada, mais cheia de esperança. O papel registra também o que deixamos passar no nosso cotidiano.

Hoje vi que minhas orações são atendidas, nem sempre da forma como eu quero, mas da forma que Deus sabe que eu preciso.

Pratique a escrita diária. Você vai ver que valerá a pena!

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