A verdade das crianças
Hoje tive o seguinte diálogo com um menininho, que tinha por volta de 5 ou 6 anos:
- Oi tia! Estou indo pra escola!
- Que legal!!
- É, vou ver meus amigos. Só o Mateus que não é meu amigo...
- Por que ele não é teu amigo?
- Porque eu bato nele!
Ri muito, na hora e depois, ao lembrar a carinha dele contando isso. Mas será que não fazemos o mesmo? Quantas pessoas deixam de ser nossas amigas porque "batemos" nelas de algum modo?
A amizade é frágil como uma flor. Necessita de cuidados. Se a abandonarmos à própria sorte, alguém a colherá e a tratará melhor. Haverá o afastamento. Pode ser geográfico ou emocional. O segundo tipo é o pior deles. De repente a conversa já não flui como antes. Vemos que estamos em caminhos diferentes. A estrada, em algum ponto se bifurcou. Sem despedidas. Simplesmente seguimos...
Mas a verdadeira amizade nos dá irmãos. São aqueles que aparecem quando menos esperamos. Ou quando mais esperamos de uma palavra, eles a tem.
Alguns vamos perdendo contato ao longo da vida. Talvez já tenhamos aprendido ou ensinado aquilo que um de nós precisávamos. Outros chegam, por alguma circunstância da vida. Tudo está escrito no caderninho de Deus.
E assim vamos conhecendo e desconhecendo as pessoas. Viajando no mesmo barco, nadando ou buscando outro mar.
- Oi tia! Estou indo pra escola!
- Que legal!!
- É, vou ver meus amigos. Só o Mateus que não é meu amigo...
- Por que ele não é teu amigo?
- Porque eu bato nele!
Ri muito, na hora e depois, ao lembrar a carinha dele contando isso. Mas será que não fazemos o mesmo? Quantas pessoas deixam de ser nossas amigas porque "batemos" nelas de algum modo?
A amizade é frágil como uma flor. Necessita de cuidados. Se a abandonarmos à própria sorte, alguém a colherá e a tratará melhor. Haverá o afastamento. Pode ser geográfico ou emocional. O segundo tipo é o pior deles. De repente a conversa já não flui como antes. Vemos que estamos em caminhos diferentes. A estrada, em algum ponto se bifurcou. Sem despedidas. Simplesmente seguimos...
Mas a verdadeira amizade nos dá irmãos. São aqueles que aparecem quando menos esperamos. Ou quando mais esperamos de uma palavra, eles a tem.
Alguns vamos perdendo contato ao longo da vida. Talvez já tenhamos aprendido ou ensinado aquilo que um de nós precisávamos. Outros chegam, por alguma circunstância da vida. Tudo está escrito no caderninho de Deus.
E assim vamos conhecendo e desconhecendo as pessoas. Viajando no mesmo barco, nadando ou buscando outro mar.
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