Ainda estou aqui
Tem um livro do Marcelo Rubens Paiva chamado "Ainda estou aqui", que conta sobre sua mãe, que tem Alzheimer.
O título já é belíssimo. Com a doença ou sem, a mãe dele "ainda está aqui"...
Por muito menos, as pessoas esquecem que ainda estamos aqui. Basta perdermos algum status ou não trabalharmos mais juntos.
Parece que nos tornamos invisíveis ao olhar do outro. E isso dói muito mais do que o ódio. Estar invisível é "não ser". Não ser nada. Triste demais...
Lembro-me de um estudo feito por um psicólogo, que resolveu se disfarçar como gari e trabalhar perto do lugar em que estudava. Ele ficou estarrecido ao ver que seus amigos não o reconheciam com o uniforme. Simplesmente passavam por ele como se fosse apenas parte da paisagem.
Como fazemos isso aos outros? Como os deixamos invisíveis ao nosso olhar?
Que eu possa enxergar a todos, Senhor... E que meu olhar possa, mesmo que silenciosamente, dizer que partilhamos do mesmo mundo e sofremos com as mesmas coisas. Que a compaixão esteja sempre acompanhada do olhar que realmente vê...
O título já é belíssimo. Com a doença ou sem, a mãe dele "ainda está aqui"...
Por muito menos, as pessoas esquecem que ainda estamos aqui. Basta perdermos algum status ou não trabalharmos mais juntos.
Parece que nos tornamos invisíveis ao olhar do outro. E isso dói muito mais do que o ódio. Estar invisível é "não ser". Não ser nada. Triste demais...
Lembro-me de um estudo feito por um psicólogo, que resolveu se disfarçar como gari e trabalhar perto do lugar em que estudava. Ele ficou estarrecido ao ver que seus amigos não o reconheciam com o uniforme. Simplesmente passavam por ele como se fosse apenas parte da paisagem.
Como fazemos isso aos outros? Como os deixamos invisíveis ao nosso olhar?
Que eu possa enxergar a todos, Senhor... E que meu olhar possa, mesmo que silenciosamente, dizer que partilhamos do mesmo mundo e sofremos com as mesmas coisas. Que a compaixão esteja sempre acompanhada do olhar que realmente vê...
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