Correntes sociais
Redes sociais ou correntes sociais? Passamos mais tempo entorpecidos vendo a vida dos outros passando por nós do que vivendo nossa própria vida.
Claro que é muito bom ter notícias de pessoas que vivem longe de nós, mas precisamos saber qual o prato de comida e qual o restaurante de um colega distante, que não falamos há anos e que nem conhecemos direito?
Precisamos saber da pseudo-alegria de uma festa para a qual sequer fomos convidados?
Precisamos conhecer a opinião política ou religiosa de alguém que não tem nada em comum conosco? O que isso vai mudar em nós?
Será que é importante mesmo saber quem nasceu ou quem morreu, sem sequer conhecermos os protagonistas direito? Pior ainda: será que é bom sabermos das notícias apenas quando nos dispusermos a entrar na rede social? Por onde anda o velho e bom telefonema para avisar?!
Os likes vão definir se somos mais ou menos felizes? São os inevitáveis comentários na sua foto que irão te ajudar a formar a autoestima, frente aos "lindo(a)" de praxe?!
Precisamos ir aos lugares para aproveitá-los e formar memórias felizes ou apenas para mostrar aos outros o quanto estamos nos divertindo lá?
Sou antiga. Sou da época em que fugíamos de pessoas que viajaram e que nos faziam ver todas as fotos dos lugares com milhares de comentários. No entanto, me vejo agora seguindo a viagem de desconhecidos.
O que estamos nos tornando? Como esses aprisionamentos formarão nossas mentes? Ainda dá tempo de escapar dessas amarras e viver com mais simplicidade? Onde fica o limite entre estar conectado ou estar aprisionado?
Claro que é muito bom ter notícias de pessoas que vivem longe de nós, mas precisamos saber qual o prato de comida e qual o restaurante de um colega distante, que não falamos há anos e que nem conhecemos direito?
Precisamos saber da pseudo-alegria de uma festa para a qual sequer fomos convidados?
Precisamos conhecer a opinião política ou religiosa de alguém que não tem nada em comum conosco? O que isso vai mudar em nós?
Será que é importante mesmo saber quem nasceu ou quem morreu, sem sequer conhecermos os protagonistas direito? Pior ainda: será que é bom sabermos das notícias apenas quando nos dispusermos a entrar na rede social? Por onde anda o velho e bom telefonema para avisar?!
Os likes vão definir se somos mais ou menos felizes? São os inevitáveis comentários na sua foto que irão te ajudar a formar a autoestima, frente aos "lindo(a)" de praxe?!
Precisamos ir aos lugares para aproveitá-los e formar memórias felizes ou apenas para mostrar aos outros o quanto estamos nos divertindo lá?
Sou antiga. Sou da época em que fugíamos de pessoas que viajaram e que nos faziam ver todas as fotos dos lugares com milhares de comentários. No entanto, me vejo agora seguindo a viagem de desconhecidos.
O que estamos nos tornando? Como esses aprisionamentos formarão nossas mentes? Ainda dá tempo de escapar dessas amarras e viver com mais simplicidade? Onde fica o limite entre estar conectado ou estar aprisionado?
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