Minimalismo
Ontem assisti a um documentário sobre minimalismo na Netflix. Várias pessoas que largaram grande parte de seus pertences, para viver uma vida mais simples e, segundo eles, mais feliz.
Achei extremamente interessante a tomada de decisão. Eram pessoas ricas, vivendo em casas enormes, tendo todos os produtos que a mídia diz que "precisamos ter". Chegou um momento em que se viram infelizes. Em que nada daquilo tinha sentido. Muitos falaram em "propósito".
Viviam para um trabalho estressante, mas bem remunerado. Tinham tudo o que o dinheiro podia comprar, mas perceberam que não eram felizes.
É engraçado como associamos a felicidade ao "ter". Se tivermos dinheiro para vivermos com muito conforto e com todos nossos sonhos materiais realizados, seremos felizes. Ganhar na loteria é ser feliz. Ter muito dinheiro e o carro do ano é ser feliz.
Desmitificar esse tipo de ideia é muito difícil, porque somos bombardeados o tempo inteiro com alguém nos dizendo o que devemos ter. Seja nos comerciais, seja até mesmo entre amigos. As redes sociais exacerbaram essa situação ao limite. Todo mundo tem algo que diz que é maravilhoso e nos recomenda, seja um alimento, um livro, um produto, uma viagem.
Como viver feliz ganhando menos e tendo menos? As coisas não devem nos ter. Precisamos mesmo de tantos pares de sapatos e tantas roupas? Muitas das quais nem gostamos e só atravancam nosso armário...
Viver em um espaço fisicamente menor nos põe, obrigatoriamente, em maior contato com nossa família. Talvez também nos tire um pouco da privacidade, mas nos faz ver os outros com mais constância.
Ter menos coisas nos deixa mais livres. Não precisamos gastar mais tanto tempo escolhendo a roupa do dia, já que não há tantas opções. Não precisamos nos preocupar em adquirir o último tipo de celular, se o nosso ainda funciona.
O minimalismo nos liberta. Mais do que nos libertar das coisas. Nos liberta de nós mesmos, para que possamos ser aquilo que quisermos.
Achei extremamente interessante a tomada de decisão. Eram pessoas ricas, vivendo em casas enormes, tendo todos os produtos que a mídia diz que "precisamos ter". Chegou um momento em que se viram infelizes. Em que nada daquilo tinha sentido. Muitos falaram em "propósito".
Viviam para um trabalho estressante, mas bem remunerado. Tinham tudo o que o dinheiro podia comprar, mas perceberam que não eram felizes.
É engraçado como associamos a felicidade ao "ter". Se tivermos dinheiro para vivermos com muito conforto e com todos nossos sonhos materiais realizados, seremos felizes. Ganhar na loteria é ser feliz. Ter muito dinheiro e o carro do ano é ser feliz.
Desmitificar esse tipo de ideia é muito difícil, porque somos bombardeados o tempo inteiro com alguém nos dizendo o que devemos ter. Seja nos comerciais, seja até mesmo entre amigos. As redes sociais exacerbaram essa situação ao limite. Todo mundo tem algo que diz que é maravilhoso e nos recomenda, seja um alimento, um livro, um produto, uma viagem.
Como viver feliz ganhando menos e tendo menos? As coisas não devem nos ter. Precisamos mesmo de tantos pares de sapatos e tantas roupas? Muitas das quais nem gostamos e só atravancam nosso armário...
Viver em um espaço fisicamente menor nos põe, obrigatoriamente, em maior contato com nossa família. Talvez também nos tire um pouco da privacidade, mas nos faz ver os outros com mais constância.
Ter menos coisas nos deixa mais livres. Não precisamos gastar mais tanto tempo escolhendo a roupa do dia, já que não há tantas opções. Não precisamos nos preocupar em adquirir o último tipo de celular, se o nosso ainda funciona.
O minimalismo nos liberta. Mais do que nos libertar das coisas. Nos liberta de nós mesmos, para que possamos ser aquilo que quisermos.
Comentários
Postar um comentário