O processo da escrita
Entendo um pouco melhor a aflição de olhar uma tela em branco, sem saber como preenchê-la com palavras. Na vida, nem sempre as palavras são a melhor resposta. Muitas vezes, falamos com nosso olhar ou nosso sorriso e é muito mais eloquente do que um discurso enorme e tedioso.
Mas em frente ao computador, as palavras se fazem necessárias. Não adianta nada caprichar no sorriso ou olhar bondosamente para a tela.
A virtualidade da comunicação exige letras que se ajustem para fazer perfeito sentido e que seduza quem está do outro lado.
Às vezes acho que não sei fazer isso, que não tenho o dom da escrita, que preciso voltar pra escola e aprender tudo de novo. Do começo. Da alfabetização. Entender cada sílaba para encadeá-las com beleza.
Hoje é um dia desses. Lutei com as palavras. A história está perfeita na minha cabeça. Sei o começo, meio e fim, mas não estou sabendo colocar tudo isso em ordem, de forma que fique agradável para quem lerá. Não está agradável nem mesmo pra mim, na verdade.
Queria esquecer a ideia, fazer outra coisa, mas ela está lá, persistente. Sei que a ideia é boa. Eu leria o livro que tivesse essa sinopse. O que fazer então para colocar a boa ideia em prática em uma história bacana?
Vou me dar um tempo para pensar, repensar e voltar à ela. Talvez na segunda-feira eu já não me ache um desastre tão grande e consiga continuar. Ou talvez eu descubra um modo de ordenar as palavras de uma maneira mais agradável. O que acontecer primeiro. Torcendo para que aconteça...
Mas em frente ao computador, as palavras se fazem necessárias. Não adianta nada caprichar no sorriso ou olhar bondosamente para a tela.
A virtualidade da comunicação exige letras que se ajustem para fazer perfeito sentido e que seduza quem está do outro lado.
Às vezes acho que não sei fazer isso, que não tenho o dom da escrita, que preciso voltar pra escola e aprender tudo de novo. Do começo. Da alfabetização. Entender cada sílaba para encadeá-las com beleza.
Hoje é um dia desses. Lutei com as palavras. A história está perfeita na minha cabeça. Sei o começo, meio e fim, mas não estou sabendo colocar tudo isso em ordem, de forma que fique agradável para quem lerá. Não está agradável nem mesmo pra mim, na verdade.
Queria esquecer a ideia, fazer outra coisa, mas ela está lá, persistente. Sei que a ideia é boa. Eu leria o livro que tivesse essa sinopse. O que fazer então para colocar a boa ideia em prática em uma história bacana?
Vou me dar um tempo para pensar, repensar e voltar à ela. Talvez na segunda-feira eu já não me ache um desastre tão grande e consiga continuar. Ou talvez eu descubra um modo de ordenar as palavras de uma maneira mais agradável. O que acontecer primeiro. Torcendo para que aconteça...
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