Novas linguagens
Às vezes me sinto estrangeira em meu próprio país. As palavras que leio me parecem hieróglifos sem nenhum sentido.
Outras vezes, escuto vozes que ressoam coisas que não consigo decifrar. Porque não dizem o que querem dizer, ocultam-se em lugares-comuns delicados, mas que escondem sua faca entredentes...
Usamos de códigos, jogos de palavras... há uma trama muito mais complexa do que as palavras encadeadas podem dizer abertamente. Uma coisa poderá ter um sentido oposto, de acordo com o tom de voz, da expressão facial, do contexto...
Ironia, sarcasmo, eufemismos... tantas tramas que tecem nossa comunicação... basta uma palavrinha fora de lugar para que a interpretação seja truncada, recebida em parte, mal recebida...
A escrita nos proporciona ainda mais mal-estar. Uma simples frase pode desencadear uma série de sentimentos, de acordo com o receptor.
Se escrever: "Preciso de dinheiro", a pessoa pode ler como se a pessoa estivesse desesperada, como se fosse arrogante e exigisse, como se estivesse se lamentando, como se estivesse pedindo ou como se estivesse reclamando. Dependendo da hora ou lugar em que a frase chegue ao receptor, chegará de formas muito diferentes.
A nossa comunicação anda mais restrita às mensagens escritas do que em conversas por voz. Escrevemos, usamos desenhos para expôr nossos sentimentos... Parece que estamos abreviando as conversas em um simples emoji, para não perder tempo.
E outra linguagem surge: a linguagem da imagem. E novamente há códigos e regras implícitas a serem seguidas. Não dá pra responder com um emoji a um texto enorme e profundamente pessoal, a não ser que você esteja muito chateado com essa pessoa e queira realmente romper o contato.
Enfim, há muito a decifrar... e cansa... como cansa!
Outras vezes, escuto vozes que ressoam coisas que não consigo decifrar. Porque não dizem o que querem dizer, ocultam-se em lugares-comuns delicados, mas que escondem sua faca entredentes...
Usamos de códigos, jogos de palavras... há uma trama muito mais complexa do que as palavras encadeadas podem dizer abertamente. Uma coisa poderá ter um sentido oposto, de acordo com o tom de voz, da expressão facial, do contexto...
Ironia, sarcasmo, eufemismos... tantas tramas que tecem nossa comunicação... basta uma palavrinha fora de lugar para que a interpretação seja truncada, recebida em parte, mal recebida...
A escrita nos proporciona ainda mais mal-estar. Uma simples frase pode desencadear uma série de sentimentos, de acordo com o receptor.
Se escrever: "Preciso de dinheiro", a pessoa pode ler como se a pessoa estivesse desesperada, como se fosse arrogante e exigisse, como se estivesse se lamentando, como se estivesse pedindo ou como se estivesse reclamando. Dependendo da hora ou lugar em que a frase chegue ao receptor, chegará de formas muito diferentes.
A nossa comunicação anda mais restrita às mensagens escritas do que em conversas por voz. Escrevemos, usamos desenhos para expôr nossos sentimentos... Parece que estamos abreviando as conversas em um simples emoji, para não perder tempo.
E outra linguagem surge: a linguagem da imagem. E novamente há códigos e regras implícitas a serem seguidas. Não dá pra responder com um emoji a um texto enorme e profundamente pessoal, a não ser que você esteja muito chateado com essa pessoa e queira realmente romper o contato.
Enfim, há muito a decifrar... e cansa... como cansa!
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